Sobre Maria Sylvia Nogueira de Toledo
Nasceu em Jundiai. Infância em Ribeirão Preto, Colégio Nossa Senhora Auxiliadora. Mudou-se para Sáo Paulo, onde estudou nos colégios São José, Eduardo Prado e Piratininga onde se formou professora primária. Cursou a Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, turma de 1961. Procuradora do Município de São Paulo, aposentada. Viúva, quatro filhos e cinco netas.

6 Comments on FRANCISCO-BENTO-MARIA-TARGINI-150×300

  1. Este site veio preencher uma lacuna na História do Reinado de D. João VI, sobre um personagem dos mais importantes, cujo nome foi destruído pela infâmia e difamação.

    • Esperamos que o que aqui está sirva para as gerações futuras como esclarecimento da vida de Francisco Bento Maria Targini e mostre o crime que se comete ao inventar mas ações ao próximo, para obter proveito pessoal ou político.

  2. Olá, Maria Sylvia, tudo bem? Desculpe-me por incomodar e aparecer assim, tão repentinamente. Eu sou neto da Sarah Valiengo e bisneto da Aracy. É um prazer e uma honra entrar em contato com você. Perdoe-me novamente pela invasão, mas, como tenho grande prazer em reunir as memórias da família, confesso que descobri na internet suas publicações a respeito dos nossos antepassados e vi aquelas preciosas fotos da antiga família; e supus em seguida que a senhora também fosse descendente da família Targini-Ribeiro-Campos Pereira. Então gostaria de pedir uma pequena ajuda com relação às memórias da família.
    Desde os últimos anos, ando reunindo os documentos de minha família Valeri para a cidadania italiana, mas acabei descobrindo um grande prazer em conhecer a história da família em geral. Consegui até a certidão de inteiro teor da minha bisa Aracy e a cópia do processo de habilitação do casamento dela com o Dídio Valiengo.
    Assim, tenho o objetivo de reunir as certidões civis/de batismo dos familiares até que eu encontre o nome do Francisco BM Targini e as raízes nativas ou estrangeiras dos membros da família (como p. ex. as origens lusas/indígenas(?) do Dr. Antonio B. Campos Pereira). Por exemplo, na certidão da Aracy consta que ela é neta de Josefina Targini Ribeiro, mas gostaria de encontrar a certidão de nascimento de sua mãe Judith ou de nascimento/casamento da Josefina para encontrar o nome do Visconde ligado à nossa família, oficialmente. No entanto, em nenhuma das certidões que tenho da Aracy consta a data de nascimento de seus ascendentes, o que interrompeu minha pesquisa. Então apenas gostaria de saber se você tem alguma informação ou data que possa compartilhar e que ajude a fazer essa pesquisa e completar esse patrimônio histórico da família com documentos oficiais. Inclusive já até visitei a Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro para pesquisar sobre o Visconde, mas não encontrei nada além do clássico sobre ele. Imagino que a senhora também tenha dificuldades similares quando se trata desse assunto, então desculpe por parecer tão exigente, mas só queria mesmo era saber o que você sabe e gostaria de compartilhar sobre a família. Não quero que se sinta pressionada, queria apenas conhecer melhor a história da família. Além disso, caso você já não as tenha, assim que puder, posso escanear para você as certidões que tenho da Aracy. Tenho também, dos documento de minha avó Sarah, a certidão de casamento da irmã do Dr. Antonio B. Campos Pereira, a D. Amélia, que se casou com Antônio de Balmacedo, caso queira uma cópia também. Pra mim é um prazer também contribuir com o que eu posso.
    Desculpo-me novamente pelo incômodo e pela inconveniência, e agradeço a atenção.
    Saudações cordiais.

  3. Querido Júlio. Até que enfim alguém, além do Fernando se interessou pela minha pesquisa e demonstra ter o mesmo interesse do que eu.
    Abri hoje o site Targini, pois sempre tenho algo a acrescentar, e ganhei, por isto um presente de aniversário, o seu comentário. Hoje, 22 de dezembro é meu aniversário)
    Ao dizer os nomes mágicos, Aracy e Sarah, você trouxe à minha mente as mais queridas lembranças destas pessoas maravilhosas e que muito amei. Tia Aracy era irmã de minha avó Jacyra e, quando vínhamos a São Paulo, pois morávamos também em Ribeirão Preto, eu e minha irmã disputávamos quem iria dormir na casa da tia Aracy. Ela nos mimava muito e a Sarah brincava que tinha um caminhão, sentávamos em um banco de jardim e ela ia fazendo barulho de motor com os lábios e nos levava por caminhos impensáveis.
    Pena que a distância nos separou, mas parece que hoje é meu dia de sorte, por encontrá-lo.
    Estou também fazendo a árvore genealógica de nossa família e tenho me dedicado muito ao ramo da minha avó Jacyra e sua bisavó Aracy. Vou mandar uma mensagem para vc. ser membro do site e, se vc. aceitar verá que é enorme e muito interessante. Comecei a fazer a árvore quando percebi que sou a última pessoa da família que tenho estas informações e quando eu morrer as novas gerações iriam perder uma linda história de pessoas que ajudaram a fazer a história do Brasil.

    Você é filho de quem? Do Fábio? Do Sérgio? Do Augusto?
    Claro que quero as certidões que vc. tem. Vão enriquecer nossa árvore e ficarão registradas para as novas gerações.

    Por favor, me chame de Maria Sylvia e tire este “senhora” pois em nossa família todo mundo se chamava de você.

    Desculpe a demora em responder, vários fatores me impediram, mas a resposta estava pronta desde que abri seu comentário.
    Por favor, me mande seu e-mail, para podermos conversar e para que eu possa mandar-lhe o convite para que participe de nossa árvore genealógica e possa engrandece-la.

    Um beijão, da prima,

    Maria Sylvia

  4. Pietro Leon // 30/09/2016 em 17:32 // Responder

    Boa tarde, me chamo Pietro Leon, sou estagiario do Museu Nacional de Belas Artes (RJ). Estou num projeto onde parte do que você fala aqui é de suma importância, meu chefe pediu para tentar entrar em contato, gostaria de saber se a senhora poderia passar seu correio eletrônico para maior contato. Grato Pietro Leon.
    e-mail: pietroleon93@gmail.com

    • Sem dúvida, manter contato com os funcionários e estagiários do Museu Nacional de Belas Artes é uma honra para mim. Ter reconhecido meu trabalho de defesa de um dos mais interessantes e difamados personagens de nossa História é o que almejo, mas somente tenho recebido críticas de historiadores, que preferem não consultar documentos e repetir o que já foi dito pelos desafetos de Targini. Minha meta é reparar essa injustiça e incentivar historiadores a me ajudarem, colaborando com seus conhecimentos e com críticas construtivas, para reabilitar a figura do Visconde de São Lourenço.

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